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Além do Óbvio e Ululante que Pulula Mentes Humanas Não Sei, Doeu? Todo mundo diz que o Lolo é um caso sério. Aliás, Lolo é um daqueles apelidos que venceu o tempo e ultrapassou a condição física do indivíduo em questão. Em algum momento de sua infância, o Lolo parecia com o desenho que figurava nos comerciais do chocolate. Não mais. Grande criador de bordões e excêntrico por natureza, era comum alguém aparecer no bar contando a última do Lolo. A última era que o Lolo dera para responder todo e qualquer comentário com um não sei seguido por uma palavra interrogativa. Assim: - E aí Lolo, tudo bem? - Não sei, tudo? - Vamos jogar bola na quinta? - Não sei, vamos? Os amigos, acostumados com o Lolo, achavam graça. Mais ainda quando ele aplicava suas esquisitices com estranhos em situações inusitadas. Na loja: - Então o senhor gostou dessa camisa? - Não sei, gostei? No trabalho: - Lolo, não esquece que a gente precisa mandar aqueles documentos pro contador. - Não sei, precisa? No táxi: - O senhor vai pra av. Higienópolis, né? - Não sei, vou? Claro que não era todo mundo que encarava os comentários do Lolo com bom humor. O garçon, por exemplo, ficava puto com o cara. É que ele perguntava se o Lolo também ia querer uma cerveja e o Lolo, claro: "Não sei, cerveja?". Até aí, tudo bem, mas é que o Lolo reclamava quando o garçon trazia a cerveja. Dizia que não tinha pedido cerveja nenhuma, mas sim um uísque, ou uma caipirinha, ou um bolinho de bacalhau, sei lá. O desastre aconteceu em outro bar. Um desses da moda, que a gente tem que brigar pra arrumar um lugarzinho pra sentar e gritar pra quem tá do lado ouvir. O Lolo tava sentado e dois fortões tavam discutindo qualquer coisa em pé, encostados na cadeira do Lolo e se empurrando. O Lolo se encheu e levantou sacudindo os braços e berrando: "Calma, calma, calma" (outra mania do Lolo esse negócio de ao menor sinal de pressão sacudir os braços e gritar calma uma porção de vezes). Os fortões pararam de discutir e ficaram olhando pro Lolo com cara de alface. O nariz do Lolo devia bater mais ou menos no umbigo do menor: - Que que é, nanico? Tá gritando por que? - Não sei, gritando? Sinceramente, acho que o Lolo não faz isso de propósito. É algum tipo de vício, compulsão, doença mesmo. Mas o grandão ficou muito invocado: - Tá tirando uma com a minha cara, maluco? Cê qué apanhá? VOU TE ENCHER DE PORRADA! - Não sei, apanhar? Bom, tiveram que prender a mandíbula do Lolo com um arame. Todo mundo diz que o Lolo é um caso sério. Escrito por Quinho às 17h30 [ ] [ envie esta mensagem ] Escrevi, mandei, mas não deu - Volume 2 Não, eu não sou o Tarantino e essa não é uma obra sobre vinganças sangrentas, você não encontrará nas palavras abaixo quaisquer filosofias zen do Pai-Mei, isso não passa do 1º texto que mandei para a promoção de natal do Garotas: DUPLINHA DA PESADA Bruno e Lucas, meus queridos irmãos, vocês agora devem estar com 10 e 9 anos, provavelmente estão enlouquecendo nossa mãe, e ela me amaldiçoando, afinal fui eu que ensinei vocês a mostrarem a língua, a fazer bagunça no quarto e a ficar vendo desenho, lendo gibi e ouvindo música tudo ao mesmo tempo, talvez de vingança mamãe tenha mandado essa dupla terrível de vez pra minha casa. Bem, mas vamos o que interessa que é o motivo desta carta, resolvi escrever para vocês em uma das muitas madrugadas que ficava olhando os dois dormirem em seus berços e ficava imaginando o que poderia ensinar além de bagunça, como só sei fazer isso, vou apenas dar uns conselhos de bom relacionamento entre irmãos. Por favor, não briguem pelo pacote de bolachas recheadas, dividam-no durante as sessões de desenho no sofá da sala, geralmente antes do almoço que é mais divertido, a qualquer um dos dois que chegar primeiro no pacote com apenas uma bolacha, enfie-a direto na boca, não fique mordiscando, isso dá tempo do outro lhe tomar o doce até de dentro da boca, sim é possível ou eu era rápido o bastante. Quando brigarem ou infernizarem demais nossos pais corram da surra e escondam-se no banheiro, geralmente é o único lugar com chave da casa, mas por favor esperem estar os dois dentro ou alguém pode ter a mão trancada na porta, isso também é possível, perguntem para a Juju, ela um dia não foi rápida o bastante. Bruno não judie do Lucas por ele ser mais novo, a complexão física dele diz que durante a adolescência ele talvez fique maior que você e aí pode ser hora da vingança e é sempre bom contar com alguém alto para lhe ajudar na hora que surgem confusões. Lucas entenda que 3 horas da manhã não é para bater papo e sim para dormir, então não fique chamando o seu irmão para discutir o capitulo final da nova saga de Dragon Ball XYZ2000. Pequenos tomem bastante fanta uva, sim isso causará algumas estranhezas com a galera da escola ou seus primos, mas eu garanto que isso proporcionará a vocês encontrarem uma galera muito louca da pesada daqui a alguns anos e com os quais se divertirão por muito tempo. Capitão Bochecha e Bochechinha, não sintam vergonha em me ligar a qualquer hora pedindo para ir a praia, é tudo que eu preciso como desculpa pra fugir do trabalho sem peso na consciência. Pra finalizar, saibam que quando vocês chegaram, eu fiquei com um pouco de ciúmes, afinal era o queridinho, que a Ju não leia isso, mas as noites em claro, as gofadas na camiseta e as horas dormidas em cima da minha barriga me conquistaram, hoje não consigo ver minha vida sem vocês na família. Abraços e beijos do seu irmão, Gui.
Ps1: Onde vocês enfiaram o meu cd do Yu-Gi-Oh 3000 e o memory card do meu Playstation 3? Ps2: Da próxima vez que forem comer paçoca amor escondidos no meu quarto, não se livrem das provas na minha gaveta de cuecas e não deixem a Mel fazer xixi dentro da minha pantufa do Pernalonga ou eu torço a torneirinha dos dois, entenderam? Escrito por Dark às 10h19 [ ] [ envie esta mensagem ] %$#@$%¨*& Tirem as crianças da frente do computador porque o texto de hoje é bem no estilo “o elefante caiu na lama” e as palavras abaixo não serão substituídas por asteriscos e cifrões. Antes de qualquer coisa é preciso frisar que, apesar do que vou dizer, não sou uma boca-suja e portanto não saio por aí proferindo palavrões à torta e a direita. Claro que de vez em quando escapa um, sem-querer-querendo, mas isso não é praxe. Pois bem. Numa dessas discussões filosóficas de mesa de boteco, eu e mais dois amigos chegamos a algumas teorias, acerca da origem de algumas expressões de mal-grado, que supostamente mocinhas de família não deveriam pronunciar. Supostamente sim, pois de acordo com a nossa teoria, algumas dessas expressões foram pronunciadas pela primeira vez por mulheres e depois foram adotadas pelos homens. Se você é “de menor”, pudico, injuriado ou acha que já leu muita besteira até aqui é melhor parar nesse ponto. Se não, conheça alguns dos meus argumentos para o desenvolvimento da minha tese.
- Mandamos alguém tomar lá onde o sol não bate quando desejamos a essa pessoa algo ruim, não é mesmo? Bom, é sabido que os homens que lá tomaram gostaram tanto que continuaram. Já as mulheres...Então, imaginem quem desejou esse desagrado ao seu próximo pela primeira vez?
- Homens raramente chamam por esse nome outras mulheres que não sejam as profissionais do sexo. No máximo usam eufemismos como a palavra no diminutivo, nomes de animais fêmeas ou adjetivos nada sutis como safada, danada. Agora, meninas, qual o primeiro nome que vêm às suas cabeças quando lembram daquela ex que não larga do pé do seu namorado?
- Essa expressão quando dita pela primeira vez veio acompanhada da onomatopéia: pfft, pfft, blé! Entenderam, né?
- Para dizer que algo está ruim.
- Para dizer que o negócio é bom mesmo! Viram? Se essas duas últimas tivessem sido criadas por um homem não deveriam significar o contrário? Então meninas, parem com esse falso moralismo de dizerem que mocinhas não falam palavrão pois fomos nós mesmas que os criamos. Agora me dêem licença que vou já lavar minha boca e meus dedos com sabão. Só não sei como fazer pra limpar a mente suja! Escrito por Faby's às 18h55 [ ] [ envie esta mensagem ] Escrevi, mandei, mas não deu Segue abaixo uma das cartinhas que escrevi para a promoção das garotas, mas que não foi selecionada: MEU HERÓI
Caro Vira Lata, Desculpe só lhe escrever depois de tantos anos, mas é que ontem revi um de seus episódios divertidos e fiquei com saudades, como vão as coisas por aí? Conseguiu finalmente casar com a doce Polly, que eu soube e lhe dou meus parabéns. E os filhotes, já estão voando pela cidade ajudando aos fracos e indefesos? Aproveito para agradecer as horas e horas que passei em sua companhia, foram horas divertidíssimas vendo você derrotar Simon Diz e outros, mas fiquei com algumas dúvidas e se for possível gostaria de que as sanasse. Bem, vamos lá, me diga onde eu encontro um pijama igual àquele que você usava como uniforme, era a coisa mais surreal e mais bonita que eu me lembro, adorava imaginar que tinha um super-herói sem grana pra fazer boas ações em trajes tão simples. Gostaria também de dizer que me identifico até hoje com sua pessoa, o senhor é o protótipo do nerd, bom rapaz, apaixonado, tímido, sabido, mas quando vestia o disfarce, que os nerds de hoje chamam de internet, era capaz de fazer derreter o coração da mocinha e vencer os vilões mais malvados e cruéis. Algo que muito me intriga é aquela sua pílula no anel, do que era feita, não me diga que era de açúcar, pois eu consumo quantidades incríveis de açúcar e mesmo amarrando um lençol azul como capa não consigo sair voando, o que me economizaria muita grana no fim do mês com transporte. Ultimamente os vilões estão mais poderosos, com mais ajudantes e os poucos heróis estão perdendo não só as forças, mas o charme também, nenhum deles mais sabe rir de suas próprias limitações e não nos faz continuar acreditando e torcendo piamente pela sua vitória, mesmo nós sabendo o quão atrapalhados eles são, como você fazia. Acho que seria essa uma boa hora para repensar essa sua aposentadoria, aproveitando esse espaço aberto e também a onda de ressurgir do passado, saiba que a sua volta será muito apreciada e esperada, além de que, se precisar de um ajudante pode contar comigo, mas só de fim-de-semana, afinal preciso trabalhar, quanto as minha qualificações, bem eu não tenho superpoderes, mas já tenho um nome, boa vontade e loucura genética, acha que serve não. Amigo, infelizmente eu já tenho que ir sabe como é a vida, né, afinal você tinha dois empregos, sabe como as coisas são difíceis e como o tempo passa voando, mas fique desde já convidado a passar em casa para um bate papo com groselha e bolacha waffer e se puder me trazer uma ou duas pílulas e me ensinar a voar ficarei muito agradecido. Bom agora encerro mesmo essa cartinha e mando meus abraços e beijos a Polly também, não se preocupe com os bandidos atuais daqui, eles não tem chance de vencer afinal como você dizia: “Nada tema com Vira-Lata não há problema.” Abraços, Escrito por Dark às 12h07 [ ] [ envie esta mensagem ] Geração Zero Nos últimos anos, geralmente nessa mesma época, tenho me defrontado com uma dúvida terrível. Uma catástrofe avassaladora que já não ocorre há quase cem anos. É que minha geração lembra com ternura dos anos 80, porque foi a época em que éramos crianças, o que geralmente traz boas recordações. Outros lembram de sua juventude nos anos 60 ou 70. Não importa a década, o importante é que cada uma tem suas lembranças, sua moda específica, suas musicas e manifestações culturais. Isto posto, chegamos ao cerne da questão. Estes anos que vivemos agora serão chamados como? Isso mesmo, 2004, 2005 etc, são anos sem nome. Seriam os anos zero ou anos 00? Impossível! Que tal os anos da virada do século? Longo, pomposo e chato. É uma década inominável! Perceberam? Toda cultura mundial contemporânea está ameaçada. Toda uma década de fatos, lembranças, músicas, moda, costumes, vitórias e derrotas, sucessos e fracassos. Tudo, tudo corre o risco inaceitável de cair no limbo do esquecimento da década sem nome. E as crianças? Crescerão com a abominável perspectiva de não poderem relembrar suas infâncias, simplesmente por não poderem designar quando cada coisa aconteceu. "Aprendi a andar de bicicleta em meados dos anos ..." Ou "Lembro bem quando isso aconteceu, no início da década de ...". São frases aleijadas, impossíveis. Estou pensado inclusive em mandar uma carta para a ONU. Acho que o assunto merece ser discutido numa reunião extraordinária do Conselho de Segurança. Talvez até resolvam chamar a década de "anos quinho", em homenagem ao homem que previu e abriu os olhos do mundo para a catástrofe iminente. Livros de história dirão que no início da década de quinho Bush invadiu o Iraque. Ou que as tsunami arrasaram a Ásia causando mais de duzentas mil mortes em meados dos anos quinho. Pensando bem, melhor não. Deixa quieto. Escrito por Quinho às 20h30 [ ] [ envie esta mensagem ] Não se vá Branco, branco total, e não é propaganda de sabão em pó. Algo acontece que a cada dia fica mais difícil me concentrar em um assunto, um tema ou uma idéia. Caramba, já tava até apelando ao recurso de falar sobre a falta do que falar, não me recuso, vou arranjar assunto, colocar as pequenas células cinzentas para funcionar. "Não se vá, não me abandone por favor, sem você vou ficar louco...", droga, essa música não sai da cabeça e não consigo pensar em nada, quero minhas férias de volta, mas dessa vez quero um mês, com direito a viagem e dinheiro no bolso, nem que seja para praia com 100 contos, mas ficar em casa nunca mais, me cansei mais descansando do que trabalhando. "Não se vá, não me abandone por favor, sem você vou ficar louco...", sai, xô, xô, o músiquinha infernal, porque eu não consigo te tirar da cabeça, mas esqueci o telefone daquele velho amigo de infância, com quem eu batia altos papos divertidos, jogava sinuca e que por um descuido sumiu de vista, uma mudança de escola e pronto perdi o contato, os papos, a sinuca. "Não se vá, não me abandone por favor, sem você vou ficar louco...", eu já tô louco, de tanto que essa música toca na minha cabeça, porque eu tenho que lembrar disso segundo após segundo e as palavras me escaparem para eu dizer àquela linda garota o quanto eu gosto dela, o quanto a presença dela melhorou a minha vida, dizer que eu sou um louco por gostar dela, mas seria um louco muito burro se não gostasse, dizer que o sorriso dela vale por um dia de sol, de que nem tudo serão flores e que talvez nos arrependamos pelo caminho, mas que o arrependimento maior seria não te-la em minha vida. "Não se vá, não me abandone por favor, sem você vou ficar louco...", não leitor, por favor não vá, eu prometo não tocar mais essa música, não tem jeito? Então me faz um favor, pega esta maldita música e joga no primeiro cesto de lixo que você passar perto,ou melhor ainda descobre o endereço da Jane e do Herondy que eu mando devolverem essa pérola do cancioneiro popular, assim quem sabe, eu consiga algumas novas idéias para os próximos textos. Não Se Vá Escrito por Dark às 11h39 [ ] [ envie esta mensagem ] Lindo, tesão, bonito e gostosão! Post inspirado em um texto da gente-fina-e-mulher-maravilha, a Gisela Rao. Dia desses estava conversando no telefone com uma amiga, e chegamos no seguinte consenso: O melhor amigo da mulher não é o cão, nem o Ricardão, muito menos você, leitor dessas linhas mal-escritas... É o chocolate! Você tá achando que eu recebi o espírito do Zumbi do Mato* nesse Reveillon e tuinzei de vez, liberando a minha amada Jú estragada pra me trocar por um Suflair... Mas não é isso, não! O chocolate é mesmo um cara muito “legal pra caramba”: ele está sempre ali, anima a gente, deixa a mulherada toda alegrinha, é barato, é bonitinho e gostoso... quer coisa melhor? Não que eu seja um especialista sobre mulheres, longe disso... mas é que desde pequeno, sempre tive mais amigas do que amigos. E tem uma coisa que é consenso: Mulher é um ser carente por natureza. E às vezes, nós não podemos ou não queremos dar atenção à elas... Qual a solução? Colinho em barrinhas. Não tô sendo machista, longe de mim isso... Claro que a tal moçoila pode ligar pras amigas marcar aquela balada e tal... mas isso implica em disponibilidade das outras. Aí é que entra o nosso amigo embaladinho. Ele tá sempre acessível, é só buscar no armário da cozinha. Bem mais de uma das minhas amigas tem um ritual quando leva um pé na bunda: se entupir de bombons... Se forem daqueles caros, Kopenhagen ou Godiva, então... esquecem do canalha na hora! Aliás, dizem por aí que o chocolate teria uma substância parecida com a que as mulheres liberam no orgasmo, o que explicaria esse apego todo. Seria o chocolate, a evolução do homem? Que medo. *Visitantes que não comentam, mas estão sempre por aqui: Zumbi do Mato é uma piada interna. Troquem essa designação pelo ispríto de sua preferência. Escrito por Estragado às 10h49 [ ] [ envie esta mensagem ] Mais Etiquetas Alguém aí já tentou contar quantas etiquetas está carregando neste exato momento? Eu já, e me perdi na conta. É que têm algumas confecções que não se contentam em colocar só uma etiqueta com o tamanho da roupa. Colocam logo uma dúzia. Cada uma contém uma informação específica e imprescindível: como lavar a roupa, como secar, como passar, como pendurar no cabide... Praticamente um manual do usuário. Calcinhas podem carregar uma etiqueta com a incrível inscrição: "lavar com água morna". Ninguém sabe se é uma instrução sobre a roupa ou uma dica de higiene. Outras preferem o sistema de nos informar todos os nomes das empresas que porventura fizeram parte da fabricação da vestimenta. Desde a fazenda onde foi plantado o linho até o nome do vendedor da loja. São etiquetas "créditos do filme". Desnecessário acrescentar que todas são igualmente incômodas. Existe ainda aquelas etiquetas mistério. Muito comum em calças e camisetas, são uns adesivinhos de papel parecidos com aqueles que indicam o preço de um produto no supermercado. O curioso nessas etiquetas é que elas vêm em bando, umas sete ou oito na mesma camiseta. Todas contém algum código indecifrável para os leigos. Você é obrigado a praticar uma caça ao tesouro para achar e tirar todas elas. Às vezes eu acho uma no bolso de uma calça uns três meses depois da compra. Eu tenho um sobretudo que têm uma etiqueta made in German, outra de uma loja italiana, outra inglesa e mais uma ainda, vejam só, do Líbano! É praticamente um congresso da ONU num casaco. Viva a paz. Escrito por Quinho às 16h46 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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